segunda-feira, 20 de abril de 2015

Limites

Disciplina ou repressão?



Educar os filhos é uma tarefa complexa, mas que não precisa ser penosa. Cabe aos pais a escolha de como fazê-la. Muitas dessas escolhas são baseadas em aprendizados anteriores, que podem vir através dos ensinamentos recebidos dos pais. Mas nem sempre a mesma forma de educar funciona para todas as pessoas; é preciso entender que cada um tem necessidades diferentes. As características pessoais e a personalidade devem influenciar nessa escolha. É fundamental que a criança cresça e aprenda o que pode ou não fazer, dentro e fora de casa. Os pais devem dar esse suporte para um bom desenvolvimento sem atribuir essa responsabilidade a outros.

A escola também é educadora. Além das matérias que são ensinadas, a escola oferece a possibilidade do convívio com outras crianças. Isso implica em saber lidar com as diferenças: intelectuais, sociais, religiosas, etc. Entretanto a escola não é responsável pela formação e/ou correção do caráter da criança. Estudos mostram que por dia um professor estadual é agredido por aluno (s) e que o Brasil é o quinto pais do mundo em número de mortes entre os jovens por violência. Como saber se a educação dada aos filhos contribui ou não para esses números? Qual a diferença entre disciplina e repressão?

A disciplina consiste em regras que existem para o bom convívio com a família e os demais. Aos pais cabe a orientação de como essa criança deve proceder para se adequar. É preciso explicar de onde vêm as regras, para que servem e como seguí-las. A repressão é diferente, implica em conter e impor. Muitos pais se confundem nessas questões e optam por ser "liberais"; acreditando que seus filhos podem fazer tudo o que querem sem que haja a necessidade de orientá-los. Mas como essa criança vai aprender a governar a si própria sem saber quais são os seus limites?

Uma criança que pode fazer "tudo o que quer" fica propensa à dificuldade de relacionamento e baixa auto-estima, pois se torna incapaz de lidar com as frustrações normais do dia-a-dia, com os imprevistos que fazem parte de uma vida normal, afinal nem sempre as coisas são como se quer. A sabedoria consiste em aprender a viver e conviver com o real. Toda casa deve ter uma regra interna para uma boa convivência. Algumas dicas:

- Manter a palavra e evitar voltar atrás. - Quando isso não acontece a criança não entende a mensagem dada. Manter a palavra transmite segurança. Mas cuidado! Errar é humano e, se for preciso, os pais podem e devem pedir desculpas.

- Fale de forma clara e objetiva, evitando ironias e sarcasmos.
- Crianças pequenas não conseguem assimilar o que alguma coisa quer dizer, elas tendem a compreender de forma literal aquilo que lhes é falado, sem conseguir transcodificar a informação que os pais tentaram passar.

- Crie ordens: estudo, cuidado pessoal (higiene / alimentação / vestuário, etc), prática de esportes. - crianças devem ter equilíbrio nas atividades realizadas. A própria interação social é uma forma também de incentivar e criar situações de limites, uma vez que há regras de convívio, valores e crenças. Conviver com outras pessoas implica em respeitar limites.

Pais separados devem manter uma coerência na educação para que essa criança internalize o que está aprendendo, pois se as mensagens são contraditórias se torna difícil a compreensão. O que ocorre muitas vezes é que aquele que não mora com a criança, e tende a ver menos, sente-se culpado e quer agradar em excesso. Na ânsia de fazer certo, acaba aceitando as imposições e cobranças da criança, perdendo o controle da situação.

Orientações especificas são dadas para cada criança e sua família quando são feitas através das sessões de atendimento (www.curadalma.com.br), onde é possível que se perceba a dinâmica, reforços, aprendizados e distorções que são comuns quando se tem alguma dificuldade.

LEMBRE-SE:
Impor limites é uma forma de mostrar carinho demonstrando preocupação e atenção. Não é a quantidade de tempo que se passa com os filhos, mas sim a qualidade desse tempo.



Apresentação de Adriana de Araújo

Adriana de Araújo, psicóloga clínica, com 10 anos experiência profissional, mais de 700 horas de treinamento teórico em hipnose, especialista em Programação Neurolinguistica, EMDR, Coaching de Vida, Hipnose Ericksoniana e Novo Código da PNL (atualização da Programação Neurolinguistica), sendo a única psicóloga clínica com essa formação em São Paulo e região.
Treinada pessoalmente por John Grinder (criador da PNL e do Novo Código), por Jeffrey Zeig (ex-aluno e presidente da Milton Erickson Foundation, Phoenix, AZ, USA), entre outros profissionais qualificados e renomados (nacional e internacional).
Especialista em tratamento de fobias e outras questões emocionais.
Desenvolve junto às empresas um trabalho de Counselor and Executive Coach.
Faz perfil psicológico diferenciado para candidatos a vagas de emprego, com dinâmicas e relatórios.

Adriana é autora de dois livros pela editora Universo dos Livros:

- O SEGREDO PARA EMAGRECER, 2007
- TREINAMENTO PRATICO DE MEMORIZACAO, 2008

E também de cd´s de hipnose pela Editora Qualidade de Vida:

- Combate a Depressão
- Parar de Fumar
- Seja um Vencedor - Sucesso Profissional
- Emagrecimento
- Força interior – superação de medos.

Unha encravada







Especialista em Podologia Infantil desenvolveu uma abordagem diferenciada no atendimento a bebês e crianças


São Paulo, março, 2012 – O choro frequente do bebê, muitas vezes, pode não estar associado a cólicas ou dor de ouvido, mas a uma unha encravada que inflamou. A solução é recorrer a um especialista em Podologia Infantil.

Pouco conhecida, a técnica é muito eficaz no tratamento do problema, desencadeado principalmente por conta de cortes irregulares da unha, meias e sapatos apertados, macacões e mijões justos ou constantes atritos do pezinho no bebê-conforto, cadeirinhas e carrinhos.

A herança genética também é uma das causas. “Quando os pais têm unha encravada, provavelmente, seus filhos apresentarão algum tipo de problema nos dedinhos”, afirma a especialista Yumi Ikeda, que atende crianças de todas as idades, inclusive recém-nascidos.

Em sua clínica, de mesmo nome, Yumi Ikeda desenvolveu uma abordagem diferenciada para o público infantil. “As crianças podem associar o ambiente clean da clínica com alguma situação de desconforto, por exemplo, um hospital ou posto de vacinação. Por isso, procuramos conquistar a confiança do pequeno cliente com alguns recursos lúdicos”, explica.

A primeira consulta consiste em uma análise detalhada do problema. “Algumas crianças chegam aqui sentindo dor no dedinho por conta da inflamação. Então, iniciamos o tratamento com muito cuidado e orientamos a mamãe sobre a forma e a periodicidade indicada para o corte da unha” acrescenta a especialista.

Para Yumi Ikeda, a saúde dos pés dos bebês começa com a prevenção. Além de massagear o cantinho dos dedos, ela aconselha: cortar regularmente as unhas com o auxílio de uma tesourinha ou cortador infantil; evitar o uso de meias e sapatos apertados e roupas justas nos pezinhos; e lavar bem as mãos com água e sabão antes do procedimento.

Já a frequência de visita para quem está em tratamento, deve ser realizada a cada três semanas ou conforme indicação do especialista. Mesmo que seja apenas para orientação adequada a respeito da periodicidade e o formato correto do corte das unhas da criança, sempre procurar por um especialista em Podologia Infantil.


Sobre Yumi Ikeda Podologia Infantil:

Instalada no bairro da Mooca, a clínica é considerada pela mídia especializada referência no atendimento a crianças. A podóloga infantil Yumi Ikeda dedica-se ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de métodos especiais para o tratamento dos problemas específicos que acometem o público infantil.

Além disso, os profissionais da clínica atendem o público adulto e também são especializados no atendimento a pacientes diabéticos.

Mais informações no site da clínica: www.yumipodologia.com.br.

Meu filho é Tímido

É ou não um problema?



Muitas crianças se comportam de forma tímida, retraída e cautelosa do contato social. Alguns pais reforçam esse comportamento, muitas vezes, sem perceberem. Filhos de pais severos, punitivos, muito rígidos na educação contribuem para esse tipo de comportamento. Os limites são fundamentais e necessários para as crianças, entretanto, educar somente através do medo e da punição pode contribuir para a formação de um indivíduo temeroso, com medo e tenso. Outros pais, por sua vez, acreditam que a criança tímida dá menos trabalho, pois tendem a ser obedientes e pouco participativas.

Crianças tímidas, muitas vezes, se sentem incomodadas em situações normais do cotidiano, por exemplo:

1- sentem desconforto na escola, ao terem que tirar uma dúvida e fazer uma pergunta para o professor na frente de todos;

2- chegar sozinhas e a lugares novos;

3- dirigir a palavra a pessoas novas, iniciar uma conversa;

4- falar, expor o que pensa;

Entre outros.



A timidez pode estar ligada:


1- A BAIXO AUTO-ESTIMA - a pessoa estima, deseja, quer coisas diferentes do que ela pode realizar, deixando de dar valor a tudo que é e o que possui. Atribui ao outro uma importância maior. Deixa-se de governar a si próprio e passa-se a viver a mercê de idéias fantasiosas de um outro que pune, é rígido e severo. Cada criança possui suas peculiaridades, diferenças, semelhanças e acima de tudo: é única. Não há valor maior que esse.


2- A VERGONHA - idéia de um "defeito" no ser; é a percepção de que há algo errado, de que alguma coisa não está certa, e todos vão reparar, achar graça ou se ofender com aquele comportamento. A criança envergonhada tem vontade de esquecer o que aconteceu, de se esconder, desaparecer e até mesmo sumir. Se pudesse voltar atrás e corrigir aquilo que elas julgam de errado, fariam com toda a certeza. Isso leva ao isolamento. Quando a criança está sozinha ou próxima de pessoas que confia, sente-se protegida, pois não há crítica de outros e não há ninguém que possa reclamar ou mesmo corrigir tais erros. A maior falta existente não está no erro cometido, mas na incapacidade de corrigi-lo.


3- A CRÍTICA E RIGIDEZ PARA CONSIGO, MEDO DE ERRAR, PERFECCIONISMO - pensamentos de inadequação, achar-se diferente, querer acertar sempre. Pessoas tímidas perdem excelentes oportunidades de aprender a conviver com as pessoas, se expor, trocar idéias e experiências. E é só errando que se aprende... Criticar a si próprio é uma qualidade que usada fora da medida, por exemplo, em excesso, deixa de ser algo bom, pois saber criticar e poder corrigir a si próprio é um sinal de maturidade em todas as idades.


4- A AGRESSÃO - a timidez pode vir dissimulada através de comportamentos agressivos, momentos de raiva, ou até mesmo de indiferença e assim, mantém os outros à distância. E evitando o contato, que para as pessoas tímidas, se torna terrivelmente ameaçador.

A criança tímida deve aprender que as mudanças são necessárias e não ameaçadoras. E útil saber que se pode ser tudo aquilo que se quer desde que haja um planejamento, tempo, perseverança e adaptação, pois ninguém está condenado a viver apenas com o que se está habituado a ser.

É importante ressaltar que a timidez pode ser consequência de algumas doenças psicológicas, tais como: depressão, ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), fobia social, e outros. E para um diagnóstico adequado, sugere-se fazer uma avaliação com um profissional qualificado e pode ser necessário o acompanhamento psicólogo com orientação aos pais e escola. Técnicas como hipnose ericksoniana, emdr, pnl e novo código da pnl (ver site: www.curadalma.com.br) certamente poderão ajudar na melhora que se faz necessário nos aspectos emocionais, ajudando na auto-estima, segurança e bem estar de cada um.



Apresentação de Adriana de Araújo

Adriana de Araújo, psicóloga clínica, com 10 anos experiência profissional, mais de 700 horas de treinamento teórico em hipnose, especialista em Programação Neurolinguistica, EMDR, Coaching de Vida, Hipnose Ericksoniana e Novo Código da PNL (atualização da Programação Neurolinguistica), sendo a única psicóloga clínica com essa formação em São Paulo e região.
Treinada pessoalmente por John Grinder (criador da PNL e do Novo Código), por Jeffrey Zeig (ex-aluno e presidente da Milton Erickson Foundation, Phoenix, AZ, USA), entre outros profissionais qualificados e renomados (nacional e internacional).
Especialista em tratamento de fobias e outras questões emocionais.
Desenvolve junto às empresas um trabalho de Counselor and Executive Coach.
Faz perfil psicológico diferenciado para candidatos a vagas de emprego, com dinâmicas e relatórios.

Adriana é autora de dois livros pela editora Universo dos Livros:

- O SEGREDO PARA EMAGRECER, 2007
- TREINAMENTO PRATICO DE MEMORIZACAO, 2008

E também de cd´s de hipnose pela Editora Qualidade de Vida:

- Combate a Depressão
- Parar de Fumar
- Seja um Vencedor - Sucesso Profissional
- Emagrecimento
- Força interior – superação de medos.

Peso x Altura

Um termômetro da saúde do bebê


No primeiro ano de vida, seu bebê ganha peso e altura numa velocidade espantosa. Aproximadamente no seu primeiro aniversário ele já terá triplicado seu peso de nascimento e crescido por volta de 25 centímetros.


Assim como um motivo de orgulho para vocês, pais, essas marcas são um referencial para o pediatra, que a cada consulta mensal, checa o peso e a altura do seu bebê e compara os dados com os de outras crianças da mesma idade através de gráficos. Desta maneira, o pediatra fica sabendo se seu bebê está no grupo dos baixinhos ou dos mais crescidinhos, por exemplo.
Isoladamente, estes dados não têm muito valor, já que vários fatores como o peso de nascimento e o tempo de gestação, influenciam diretamente na classificação da criança no gráfico. Um bebê que nasceu com baixo peso, por exemplo, continuará (geralmente até os dois anos) a pesar menos que a média, sem que isso signifique algo de anormal. Além disso, o padrão de crescimento de alguns bebês pode se alterar após os seis meses de idade, quando eles começam a apresentar as características herdadas da família. Até esta época, seu crescimento reflete o desenvolvimento pré-natal e a nutrição nos primeiros meses.
Um outro fator importante a considerar é que, bebês alimentados com leite materno são mais gordos nos primeiros meses e relativamente mais magros nos seguintes, se comparados com os alimentados exclusivamente com fórmula.


De acordo com os pediatras, o essencial é que a criança mantenha sempre um ritmo constante de crescimento, mês a mês, sem que haja grandes variações no seu crescimento.
Quando uma criança vem se mantendo na média de altura e peso e de repente sai dela, significa que seu padrão individual de desenvolvimento foi "quebrado" e então é preciso saber o que provocou isto.
Algumas das razões mais comuns encontradas nestes casos são as infecções, principalmente as urinárias. As infecções repetitivas de ouvido e garganta, doenças pulmonares, além dos resfriados, também são causas importantes, já que interferem significativamente na alimentação.
Toda criança que perde peso, seja por qualquer motivo, deve ter um acompanhamento mais atento por parte dos pais e principalmente pelo pediatra.


As tabelas a seguir mostram o padrão de crescimento mínimo e médio de meninos e meninas, e não deve ser utilizada a fim de determinar valores rígidos, mas somente como orientação. Se você tiver alguma dúvida ou preocupação quanto ao desenvolvimento do seu filho, converse com o pediatra.



Média de peso e altura de meninos
Idade Peso (g)  Altura (cm)
  Mínimo Médio Mínima Média
Recém-nascido 2540 3270 46,4 50,5
1 mês 3160 4290 50,4 54,6
3 meses 4430 5980 56,7 61,1
6 meses 6200 7850 63,4 67,8
9 meses 7520 9180 68,0 72,3
12 meses 8430 10150 71,7 76,1




Média de peso e altura de meninas
Idade Peso (g) Altura (cm)
  Mínimo Médio Mínima  Média
Recém-nascido 2360 3230 45,4 49,9
1 mês 2970 3980 49,2 53,5
3 meses 4180 5400 55,4 59,5
6 meses 5790 7210 61,8 65,9
9 meses 7000 8560 66,1 70,4
12 meses 7840 9530 68,8 74,3

O Andador

Seu bebê não precisa dele!



Qual é a mamãe que não ficaria feliz e radiante ao ver seu bebê de apenas um ano andando pela casa?


Os pais acreditam que o andador auxilia o bebê a aprender a caminhar, que funciona como exercício, permite mobilidade e deixa o bebê feliz, mas não é bem assim.


Embora a criança goste do andador, pois este lhe dá liberdade para movimentar-se de forma mais rápida, a pura verdade é que este aparelho limita os movimentos da criança e impede que ela passe por etapas anteriores que a levarão a iniciar o processo de caminhar.


Antes de começar a andar, seu bebê precisa aprender a sentar com apoio, rolar na cama, alcançar e segurar objetos, sentar sem apoio, engatinhar, ficar em pé sozinho e apoiar-se em móveis, para depois começar a andar. Este é um processo evolutivo que cumpre etapas e está relacionado com o grau de desenvolvimento de cada criança, e se você colocar seu bebê no andador, estará alterando este processo e atrasando o início da marcha, podendo até prejudicar o desenvolvimento neurológico e a aquisição de equilíbrio.


Se a criança tem um processo evolutivo, onde cada fase desse processo prepara a seguinte e cada nova fase significa uma conquista, então por que devemos interferir neste processo colocando-a num andador? Afinal, não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador, não é mesmo?


Em um estudo realizado, pesquisadores irlandeses entrevistaram os pais de 190 bebês que usavam andadores e estavam desenvolvendo as capacidades motoras. Eles verificaram que 102 crianças que usavam o aparelho eram, como grupo, mais lentas para começar a engatinhar, ficar em pé ou andar sozinhas. Por exemplo, os bebês com os andadores ficaram em pé sozinhos aos 13 meses, em média, três a quatro semanas depois que aqueles que não usavam o aparelho.


Os pesquisadores verificaram que, quanto mais os bebês usavam os andadores, maior era o atraso no desenvolvimento. Há cada aumento de 24 horas no uso do aparelho, os avanços de ficar em pé e andar sozinho sofreram atraso de mais de três dias, indicou o estudo.


Um outro grande problema em relação ao uso do andador, são os acidentes, que podem provocar graves lesões.
O número de acidentes, como "tombos" e quedas em degraus, ocorridos com crianças que usam o andador, é muito grande. Nos EUA, por exemplo, entre 1990 e 1995, 11 crianças morreram e 25.000 ficaram feridas em consequência de acidentes ocorridos com o andador.
Para você ter uma idéia do perigo que o andador proporciona, há alguns anos a Academia Americana de Pediatria pediu a proibição de andadores infantis nos Estados Unidos.


Não caia na conversa de amigos ou de vendedores que dizem que o andador ajuda seu bebê a dar os primeiros passinhos, exercita suas perninhas e o diverte porque tem luzinhas, bichinhos e toca música. Deixe seu bebê conquistar suas habilidades e desempenhar suas atividades quando ele estiver biologicamente preparado, e não interfira no seu processo evolutivo.

Calendário de Vacinação

A saúde do seu filho em 1º lugar



O que são vacinas?

As vacinas são substâncias derivadas ou quimicamente parecidas com o agente que provoca determinada doença. Ao ser vacinado, o sistema imunológico (de defesa) da pessoa identifica a substância e automaticamente reage, promovendo uma ação de proteção com a produção de anticorpos contra aquela doença. Se houver uma infecção, por exemplo, o sistema de defesa já está preparado para agir rapidamente e de maneira eficaz, impedindo o desenvolvimento da doença ou, em alguns casos, contribuindo para que os sintomas sejam mais brandos. Uma vez produzidos, estes anticorpos permanecem ativos e estarão sempre em prontidão caso a pessoa seja atingida pela doença.

A vacinação é uma das ações de saúde pública mais importante dos últimos tempos. Estima-se que as vacinas impedem, anualmente, cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo.
Atualmente existem vacinas para diversas doenças, como a Gripe comum, Gripe H1N1, Malária, Poliomielite, Febre amarela, Rubéola, Tétano, HPV, Meningite, entre outras, e para determinados tipos de Alergias.



Benefícios das vacinas

  • Protegem milhões de pessoas contra a dor, o sofrimento e a incapacitação permanente;
  • Propiciam economia para os indivíduos e para os governos, já que reduzem os custos com campanhas, doenças, medicamentos, cuidados hospitalares e trabalho;
  • Reduzem o uso de medicamentos que combatam os microrganismos, prevenindo a resistência aos antibióticos;
  • Reduzem a velocidade de disseminação da doença;
  • Erradicam doenças.



Por que meu filho precisa ser vacinado?

Apesar das defesas que seu bebê ganha através da amamentação, existem doenças que só podem ser combatidas através de vacinas. Portanto, nunca deixe de vacinar seu filho. A vacinação é a melhor maneira de protegê-lo de doenças infecciosas graves ou fatais como, por exemplo, a Poliomielite (Paralisia Infantil), o Sarampo, a Tuberculose, a Hepatite B, a Meningite e a Rubéola.



Quando devo começar a vacinar meu filho?

A vacinação deve ser iniciada logo após o nascimento e, de acordo com o calendário de vacinação, deve estar sempre em dia. Muitas maternidades vacinam os recém-nascidos contra algumas doenças graves logo nos primeiros dias de vida. Informe-se na maternidade em que você vai ter o seu bebê.



Meu bebê sentirá alguma coisa durante a aplicação ou terá alguma reação após ser vacinado?

O choro do seu bebê demonstra perfeitamente a dor sentida pela picada da agulha. E falando sinceramente, essa dor é sentida até por você e pelo papai. Dá uma dor no coração!!!! Mas fique tranquila, a dor é momentânea e tudo passa em alguns minutos. Quanto às reações, a maioria da vacinas as causam, mas isto não é motivo para deixar de vacinar seu filho, pois elas são super importantes para a saúde dele. Converse com o pediatra se surgir alguma dúvida quanto a estas reações.



Meu bebê precisa de todas as doses de uma determinada vacina?

Todas a doses de uma vacina devem ser aplicadas, assim como as doses de reforço. Caso uma dose ou um reforço não tenha sido tomada, a vacinação não estará completa e seu filho poderá contrair a doença a qualquer momento, pois não estará imune a ela.



Onde posso vacinar meu filho?

As vacinas consideradas obrigatórias, segundo o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, podem ser encontradas nos Postos de Saúde e também são aplicadas durante campanhas nacionais, e não custam nada. Já as vacinas opcionais, que ainda não foram adotadas pelo governo, podem ser aplicadas em clínicas particulares e têm preços variados.

Nos dois casos, é necessário apresentar a carteirinha de vacinação.

O que levar à Maternidade

Evite imprevistos


Alegria... afobação... ansiedade... pressa e muita correria. A ida à maternidade é cercada de tantas emoções que muitas mamães acabam esquecendo um monte de coisas.
Antes de chegar o grande dia, o melhor a fazer é ir preparando as malas, de preferência a partir do sétimo mês de gravidez.
Preparar tudo com antecedência é muito importante para que você possa estar tranquila na “Hora H”, além de impedir uma porção de imprevistos.

Se você está confusa e não sabe o que levar, não se preocupe, pois preparamos, com todo o carinho, uma lista com tudo o que você e seu bebê vão precisar enquanto estiverem na maternidade. Mas lembre-se, muitas maternidades fornecem vários itens para a mamãe e para o bebê, portanto é recomendável dar uma passadinha com bastante antecedência na maternidade escolhida e pedir informações – geralmente elas já têm uma lista básica de o que deve ser levado, e muitas têm regulamentos internos.








  • Duas ou três camisolas ou pijamas que abotoem na frente para facilitar na hora da amamentação;
  • Um robe;
  • Seis calcinhas altas de tamanho maior que usava antes de engravidar;
  • Três sutiãs próprios para amamentação;
  • Protetores de seios;
  • Três pares de meias;
  • Um xale ou blusa para pôr nas costas ao amamentar;
  • Um pacote de absorventes próprios para pós-parto;
  • Um par de chinelos confortáveis;
  • Uma roupa bem bonita e elegante para o dia da alta;
  • Uma cinta pós-parto;
  • Produtos de toalete e higiene pessoal: xampu, creme dental, solução bucal, escova de dente, desodorante neutro sem perfume e sem álcool, escova de cabelos, secador, sabonete, toalhas, batom e acessórios para os cabelos, como tiaras, gominhas ou presilhas, itens de maquiagem, sacos plásticos para guardar as roupas sujas e etc.

Atenção: Procure não usar perfume, pois o cheiro pode irritar o seu bebê. Além disso, ele vai reconhecê-la pelo seu cheiro natural.








  • Três conjuntos pagão com calça;
  • Três conjuntos de lã (de acordo com o clima);
  • Três macacões de recém-nascido;
  • Três pares de meias;
  • Dois lençóis de bercinho;
  • Uma manta (de acordo com a estação);
  • Seis fraldas de pano brancas e sem pintura;
  • Dois pares de sapatinhos;
  • Dois pares de luvas de lã (somente no frio);
  • Uma touca (opcional);
  • Creme para prevenção de assaduras;
  • Um pacote de fraldas descartáveis (tamanho recém-nascido);
  • Uma escovinha de cabelos bem macia;
  • Uma roupinha bem bonita para o dia da alta;
  • Um xale bem bonito para o dia da alta.

Atenção: As roupinhas do bebê devem ser lavadas com sabão neutro, enxaguadas com bastante água corrente e passadas a ferro quente. Não utilize goma ou amaciante de roupas quando for lavá-las - estes produtos poderão irritar a pele do bebê - e não coloque perfumes ou sachês nas roupinhas.








  • Muda de roupas;
  • Produtos de toalete e higiene pessoal




  • Máquina fotográfica convencional ou digital (não esqueça da bateria ou das pilhas, e também do carregador ou stick de memória);
  • Filmadora (não esqueça da bateria ou das pilhas, e também do carregador);
  • Fitas de vídeo virgens;
  • Filmes para a máquina fotográfica;
  • Lembrancinhas;
  • Enfeite de porta;
  • Champanhe e charutos (Em hipótese alguma fumem os charutos – eles servem apenas como lembrança do acontecimento);
  • Agenda telefônica com o número dos amigos e parentes, pois o papai vai ter que avisá-los sobre o nascimento do novo membro da família;
  • Cartões Telefônicos;
  • Telefone Celular (não esqueça do carregador e de colocar créditos);
  • Caneta esferográfica;
  • Um caderninho ou bloco de notas;
  • Uma dose infinita de amor e carinho;
  • Muita felicidade.


Você também pode incluir na lista artigos pessoais que podem ajudar, como por exemplo, um leque, um travesseiro, um livro ou uma revista, amuletos da sorte e até mesmo um rádio ou um aparelho de som portátil e seus CDs favoritos.






  • RG e CPF da mamãe;
  • Carteirinha do plano de saúde e último boleto de pagamento ou carnê atualizado (Não esqueça! O hospital exige na internação);
  • RG e CPF do papai ou acompanhante;
  • Guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar);
  • Autorização para o acompanhante assistir ao parto;
  • Cartão de pré-natal.


Entre em contato com a maternidade e verifique, com antecedência, se são necessários outros documentos.

Se o seu marido vai assistir ao parto, lembre-se de solicitar a autorização, com antecedência, junto à diretoria ou administração da maternidade.


Desejamos um parto super tranquilo para você!